terça-feira, 1 de junho de 2010

Reflexao do Ricardo e da Sara


Reflectindo agora sobre todo o trabalho, eu considero que só podemos tirar boas conclusões e mais-valias. Tal como já disse várias vezes, o contacto que tivemos com pessoas desfavorecidas, as acções de voluntariado como recolha de alimentos em supermercados e vestuário na escola, as manhas de fim-de-semana passadas a arrumar o armazém da CASA, etc., são tudo experiências que nos marcaram de certa forma, mas uma coisa é certa, todos acabámos este projecto com a sensação de missão cumprida, já que ajudámos o próximo e com isso crescemos enquanto seres humanos mais preocupados com os problemas da sociedade em que estamos inseridos.

Ricardo Madureira, Maio 2010




Para fazer uma reflexao a todo o nosso projecto, este desenvolveu em cada um de nos uma parte nao tao visivel no inicio, mas que, nos marcou ao longo deste ano lectivo e que a partir do momento em que o comecamos a desenvolver fez-nos crescer como pessoas mais activas socialmente na medida em que ficamos preocupados em ajudar a parte da sociedade mais vulneravel a pobreza e que muitos desconhecem ou negligenciam.
A meu ver, este projecto envolveu-nos com as pessoas com quem contactamos, quer voluntarios da Associacao CASA quer com desfavorecidos, marcando-nos assim desta forma e tambem com todas as accoes de voluntariado e todas as campanhas que fizemos que foram apenas mais uma forma de evidenviar o nosso projecto junto daqueles que dividem connosco o meio escolar, ajudando e contribuindo com a Associacao com a qual colaboramos todo este tempo, visto que, toda a ajuda que angariamos reverteu a favor da instituicao em questao.
No fundo, e dificil de descrever esta maravilhosa experiencia. Foi duro ver quantas foram as pessoas que se deslocaram todos os dias a CASA, que da apoio a esta parte da populacao em questao, porque o rendimento de que dispoem (/os que dispoem dele) nao e suficiente para as suas necessidades basicas, como a alimentacao e o vestuario. Cada dia via uma cara nova, uma situacao diferente de todas as outras, um pormenor que me fazia pensar e que me dava um aperto no coracao por nao conseguir mudar do dia para a noite a situacao daquela pessoa. Por vezes gostava de ser uma especie de heroina da sociedade e dar aquelas pessoas o que elas nao podem ter, que por alguma razao da vida delas nao o permitiu.
Em suma, concluo que este trabalho mudou muita coisa em mim. O voluntariado e unico, faz-nos sentir activos e preocupados com o mundo e com as pessoas que nele vivem, certamente nao fico por esta intituicao apenas. O projecto foi bem conseguido na medida em que alertamos a comunidade escolar para esta grande problematica, ajudamos o proximo e fizemos dele um projecto de vida pois, a partir de agora vai-nos ser impossivel ignorar esta parte da sociedade e ainda desconhece-la. Sinceramente, espero que este projecto nao seja esquecido pela parte dos nossos colegas, pois nao esta terminado, visto que gostariamos que houvesse continuidade por parte de algum grupo em Area de Projecto.

Sara Sena, Maio 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Reflexão do Luis e do Afonso




Face Oculta, juntos desde Outubro a trabalhar no objectivo de revelar à sociedade as faces ocultas da cidade. Foram 7 meses de esforço, dedicação e o resultado final está à vista, emocionámos quem viu este filme e esperemos chocar ainda quem o venha a ver. A realidade é esta e se lhe passa ao lado, veja este filme e mudará a sua sensibilidade e preocupação perante esta problemática pelo menos durante o visionamento do mesmo, ou melhor durante mais tempo a sua visão da realidade farense, pois sabemos que vai cair no esquecimento, mas se lhe chocou realmente não fique indiferente e ajude.

Luís Wong, Maio 2010



Parece que já tudo foi dito. Esta é a parte dos clichés, onde se diz tudo de bonito, que foi óptimo realizar este trabalho, que foi uma linda experiência, uma vivência para recordar, etc. Não sou nada de usar clichés ou frases bonitas, mas a verdade é que estas existem para serem usadas em determinados momentos, são frases feitas, feitas para momentos como este. Se não fossem elas, não saberia o que dizer agora.
Sou sincero em admitir, que este projecto foi diferente desde início. As expectativas que criei foram as maiores. E há muito tempo que as criei. Surgiu-me na cabeça, mesmo pela primeira vez, mesmo pela primeira vez que nos sentámos como grupo, fazer algo como o que hoje existe: um vídeo que não deixa ninguém indiferente, que esboça uma realidade difícil, uma escola mais alertada, uma visão diferente daqueles que ignoravam esta situação. Sei que foi complicado, houve contratempos, foi muito o stress à volta de tudo isto, divergências, mas agora sabe bem ver o que no fim se realizou. Sinto até algum orgulho por ver o que o grupo conseguiu realizar e os elogios que recebemos sempre pagam qualquer esforço que sempre tive ou tivemos. Elevámo-nos a um nível artístico, se assim se pode dizer, fizemos arte. Tivemos essa sensibilidade.
Por mais que tentássemos, num ano é impossível realizar o que queríamos realizar em vários anos. Podíamos crescer ainda mais. A meu ver, estar cá para o ano significaria a continuidade deste projecto. Mas como ao que parece, a Área de Projecto vai terminar, o que me deixa algo desapontado porque sempre quisemos que alguém desse mais um episódio a este projecto. Cabe agora, na minha opinião, aos alunos que ficaram a conhecer a CASA, caminharem num sentido de que nada do que já está em parte feito se possa perder. O meu objectivo mais pessoal, sempre foi o de tornar o liceu uma escola diferente, de modo a perder um certo estereotipo de escola fútil que tem ganho nos últimos anos, que até é verdade…a nossa geração é demasiado criticada, dizem que somos muito pouco empreendedores, que não temos valores nenhuns. Não é bem assim. Ainda há homens (e mulheres) de “H” grande. Desabafo.
Se vamos mudar alguma coisa não sei, mas ao menos tentámos e para mim isso quase que chega. Foi óptimo, uma linda experiência e uma vivência para recordar. Sinceramente.

Afonso Sousa, Maio 2010

Reflexão da Semana de Área de Projecto


De uma forma geral, todos os elementos do grupo “Face Oculta” realçam a importância da semana de área de projecto.
Para o Afonso, a semana de Área de Projecto foi o início do culminar de um ano de trabalho. Foi um alívio e soube bem ouvir todos os elogios (esperamos que sinceros) tanto de colegas como da professora, principalmente da professora, muito complicada de agradar. Sempre nos sentimos um pouco incompreendidos mas foi no documentário que nos revelámos e mostrámos que não éramos apenas mais um grupo. É isso que sentimos. Mesmo nas fotos, revelámos alguma qualidade, fomos organizados e nas apresentações que ainda faltam realizar, esperamos marcar a diferença e influenciar as pessoas que visualizarem o filme, o objectivo sempre foi esse. Mudar a escola e torná-la numa escola de voluntários. Neste curto espaço de tempo que foi o “dia de Área de Projecto”, serviu para mostrarmos esses dois importantes produtos finais. Foi importante para nós. Deu-nos também a conhecer outros projectos interessantes e surpreendentes, foi uma semana diferente e que mexeu com a dinâmica da escola.
A Sara acabou por realçar a utilidade da semana de AP, pelo facto de se poder mostrar todo o trabalho realizado ao longo do ano, quer através do vídeo, quer através da exposição fotográfica. Achou que correu tudo como tinha sido previsto. Fez referência à exposição de fotografias, pelo facto desta ter chamado a atenção das pessoas, e também à apresentação do vídeo, pela grande adesão que este teve, e também por ter alertado alguns alunos da escola para a problemática em questão e para a existência da Associação CASA.
Do ponto de vista da Teresa, esta achou a semana de área de projecto bastante importante e dinâmica. Foi uma semana diferente, no sentido em que cada grupo pôde demonstrar todo o trabalho realizado ao longo do ano. Para o grupo “FACE OCULTA” teve um gosto muito especial, foi bom mostramos que por detrás de toda a nossa desorganização podiam surgir boas ideias e bons produtos finais, tais como, a exposição de fotos e o vídeo. Em termos de criticas, aponta que uma manhã é muito pouco tempo para podermos mostrar com calma cada projecto.
O Ricardo achou que pelo menos para o “Face Oculta”, correu como planeado, tirando uns contratempos com o nosso poster, que também foram facilmente solucionados. Por isso, pensa que no global correu bem e, como é do conhecimento geral ainda está a decorrer a apresentação do filme e a exposição de fotos que foram tiradas ao longo da realização do projecto.
E, por fim, o Luís fala da importância da semana, em que revelámos à comunidade escolar o nosso resultado final, que levou mais de 7 meses a ser concluído, com muitos altos e baixos mas sempre conscientes daquilo que poderíamos fazer com o intuito de emocionar as pessoas torná-las não indiferentes à problemática. Foram 7 meses de esforço, dedicação e o resultado final está à vista, emocionámos quem viu este filme e esperemos chocar ainda quem o venha a ver. Esperemos que isto não seja em vão e não caia no esquecimento, pois assim todo este esforço terá sido em vão.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Entrevista a Gildete, uma desfavorecida


Nome: Gildete Guerreiro da Silva
Idade: 46 anos
Profissão: auxiliar de educação no ensino especial, da escola do Montenegro


Considera-se uma pessoa desfavorecida? Neste momento sim.

Porquê? Estou separada, tenho 2 filhos. O salário de uma auxiliar de educação e 550 euros (não tenho problemas em dizer isto). A justiça em Portugal não funciona a nível de pais separados. Os pais vão ao tribunal, fazemos acordos, os pais cumprem ou não cumprem de acordo com a vontade deles e o tribunal responde-nos que as leis são feitas para cumprir. Mas que não há uma lei que faca com que as pessoas cumpram – e esta a resposta que eu ouvi do tribunal. E tenho o pai dos meus filhos que da uma pensão de 200 euros para duas crianças e quando pode dar, quando não apetece não da. E é assim, ninguém faz nada. Vivemos nisto. E é por isso que eu, neste momento estou a passar dificuldades.

Entrando um pouco na sua vida pessoal. Há quanto tempo está divorciada do seu marido? 6 Anos

Quantos anos têm os seus filhos? Um com 7 e uma com 14.

Sente-se um pouco à parte da sociedade? Sim, com certeza, é certo que sim.

Concorda que a situação em que vive podia ser melhor? Acho que sim.

Culpa alguém da situação em que vive? Alguém em particular não, o sistema talvez. Eu sou brasileira, venho de um país do terceiro mundo onde toda a gente diz que nada funciona. E quando chegamos aqui, num país do primeiro mundo e a sensação que temos é que as coisas vão mudar, que as coisas vão funcionar. Eu estou em Portugal à 20 anos, e, portanto já passei por várias fases de Portugal e realmente as coisas não funcionam como deviam funcionar a nível de primeiro mundo.

O que faltou para ter conseguido uma vida um pouco melhor? Primeiro, eu sou filha de uma família pobre e inculta que não me conseguiu mudar e incentivar o suficiente e de forma convincente que estudar valia a pena e eu parei no 10º ano. Depois, nessa altura já precisava trabalhar. Com 14/15 anos as miúdas querem umas quantas coisas que os pais não conseguem dar (os meus). E a partir daí comecei a trabalhar e o estudo foi ficando para trás. Foi isso que faltou para eu ter alguma coisa de melhor na minha vida. Depois, tive dois filhos o que me dificultou a falta de tempo para ter outro emprego. Faço outras coisas, por exemplo sou artesã desde os 18 anos de idade e trabalho muito mas chega a um ponto que não dá. Em Portugal, não só a escolaridade conta mas conta o diploma, mesmo que as pessoas não saibam fazer nada com esse diploma. Mesmo que não tenha nenhuma habilidade.

Arrepende-se de alguma coisa na sua vida? Não...
Se calhar se tivesse que voltar atrás faria diferente algumas coisas mas tudo o que nos passamos e o nosso caminho, temos que passar por ele e temos que aprender com os nossos erros.

Como é que vê o apoio desta instituição para si? Eu conheço esta instituição há muito pouco tempo. Conheci há 4 ou 5 dias atrás. Tenho uma amiga que ta aqui a fazer voluntariado e inscreveu-me. Eu não conheço absolutamente nada da instituição. É a primeira vez que venho aqui. Qualquer o tipo de ajuda é valido. Só o esforço de eles estarem aqui a trabalhar e fazer voluntariado é de louvar. Por isso e que eu também me inscrevi pra vir fazer voluntariado... sexta-feira cá estou.

Considera-se uma pessoa feliz? Claro que sim.



Na sessão de hoje realizámos um poster por forma a dar a conhecer o nosso projecto. Também nos dedicámos á fase final da realização do video e passámos as últimas entrevistas para o documento word.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Introdução ao vídeo

...e o vídeo começa a ganhar forma.

Não entendam beleza como aquela beleza que o rapaz ou a rapariga que vos enche o coração vos transmite, não como a beleza de uma praia ao fim do dia ou de um final feliz num filme qualquer. Nada disso. Não é tão pessoal e subjectivo o conceito de beleza? Durante um ano foi-nos possível aprender a ver beleza onde mais ninguém a vê. Somos um olhar mais cuidado e atento. Um toque de ternura, uma mudança de mentalidade, de personalidade. Somos quem somos. Valemos o que valemos. Por mais que andemos por diferentes caminhos, que tenhamos expectativas mais ou menos elevadas, personalidades fortes ou fracas, inteligências de diferentes capacidades, todos nos resumimos a seres humanos. Não há nada que nos separe destas pessoas.


Políticas chinesas reduzem pobreza entre minorias étnicas, diz economista do BM

"O economista do Banco Mundial, Harry Patrinos, afirmou ontem (26) em Nova Iorque que, com as políticas eficientes adotadas pelo governo chinês, a probreza entre as populações de minorias étnicas do país está diminuindo.
Segundo ele, as minorias étnicas e os indígenas são, normalmente, os grupos mais pobres dentro de um sociedade. No entanto, provas atestam que a proporção de pobres entre as minorias étnicas da China deve descer rapidamente, assim como deve ser reduzida a diferença entre regiões étnicas e desenvolvidas.
Foi divulgado ontem em Nova Iorque o relatório "Povo Indígena, Pobreza e Desenvolvimento", financiado pela ONU e que tem Harry Patrinos como um dos principais autores. Segundo o relatório, o governo chinês tem adotado uma série de políticas benéficas às minorias étnicas, como ampliar as oportunidades de participação delas na administração do país, flexibilizar o controle de natalidade sobre esta população e oferecer bolsas aos estudantes de minorias étnicas." (por Shi Liang)


Na sessão de hoje organizámos filmagens, passamos tudo para documento word inclusive entrevistas e concluímos o nosso dia com mais filmagens dentro do recinto escolar.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Reflexão crítica


Para fazer uma análise global àquilo que tem sido o nosso projecto, pensamos que é importante revelar as diferentes etapas pelas quais passámos. No início do ano, não havia de facto uma ideia concreta daquilo que iríamos fazer. O objectivo foi sempre o de querer realizar algo “em grande” e com a condição de que conseguíssemos, de algum modo, tocar as pessoas.
O nome Face Oculta só nos ocorreu no fim do 1º período e foi a partir daí que tudo se começou a definir. Os objectivos que tínhamos traçado começaram a tornar-se cada vez mais reais e agora que estão em desenvolvimento, temo-nos sentido muito bem a realizar este projecto. O contacto com as pessoas tem sido enriquecedor para nós. Não falamos apenas dos desfavorecidos com os quais temos falado, mas também toda a aceitação que temos recebido por parte da comunidade escolar em geral. Todos se têm revelado preciosas ajudas.
No princípio do 2º Período, a professora Helena Barracosa, encarregou um aluno, que foi a Joana Mestre, para fazer um apanhado do funcionamento dos grupos, nomeadamente para se aperceber das divergências de cada grupo. No nosso, acabou por se falar em desentendimentos entre diversos elementos do grupo, mas pensamos que se possa ter tirado uma interpretação errada daquele que é o funcionamento normal do grupo. Todos se dão bem e os diferentes pontos de vista que surgem por vezes servem apenas para tornar o grupo mais heterogéneo e ao mesmo tempo mais rico e vasto em ideias.
A partir de agora, o trabalho passará a ser feito tendo em vista o filme a ser apresentado na semana de Área de Projecto, nomeadamente no 3º Período.
Estamos muito confiantes de que será finalmente revelador do trabalho que temos levado a cabo. Agora, há que transformar todo o material que temos num grande trabalho. A etapa final do trabalho (edição do vídeo e trabalho fotográfico) pode agora começar.
Por fim, podemos concluir que o trabalho está bem encaminhado, e que é sem dúvida um trabalho especial, no sentido em que envolve muito de cada um de nós.



Hoje começámos a estruturar as actividades referentes ao 3º Período, a desenrolar na semana de Área de Projecto. É no decorrer desta semana que iremos apresentar o documentário final e a exposição fotográfica. Decidimos também ir ao Centro Himalaias pedir informações sobre futuras campanhas de voluntariado.

domingo, 28 de março de 2010

Reflexão de Luís

Imaginem um mundo de céu cinzento com a realidade a preto e branco, ventos frios que arrepiam as nossas ruas, ou casas para alguns, reflectindo numa voz de fundo, um homem retrata o que vê, a realidade que está a passar á frente dos vossos olhos. Testemunhas reais na primeira pessoa, directo e chocante. É esta a nossa realidade.

terça-feira, 16 de março de 2010

Reflexão de Ricardo Madureira


Hoje em dia, mais do que nunca, devido á crise económica e problemas sociais que essa acarreta, temos ouvido falar muito de voluntariado. Muitos jovens têm hoje em dia, uma preocupação perante a sociedade. No entanto, há quem fale muito e faça pouco.
Creio que muitos pensam que, "o ajudar o próximo" é só em África ou mais recentemente no Haiti e Madeira, mas não, a ajuda ao próximo pode começar na "nossa casa", no nosso bairro, na nossa cidade.
Falamos hoje muito em pobreza envergonhada, pessoas que de momento para o outro, vêm-se em situações de pobreza sem capacidade para manter uma casa, quanto mais para comer. Existem instituições na nossa cidade que lidam com este problema, mas precisam de Ajuda, para suprir tantos pedidos de auxilío. Eu sou voluntário na associação CASA, com o qual temos trabalhado desde o ínicio do projecto, e garanto-vos, que a pobreza, a fome e as necessiades, são visivéis a cada sessão de voluntariado. É triste? É sim, e muito, ver familías pedirem comida, porque não têm para dar aos filhos.
Contudo, o sorriso das suas caras, quando entregamos o saco de comida, vale todo o esforço e trabalho.
O voluntariado é uma forma de nos enriquecer como pessoas mais sensíveis e preocupados com a nossa sociedade, podendo ou não intervir, para resolver os problemas.


Hoje dedicámos essencialmente o nosso tempo á elaboração do segundo relatório de processo, imprimimos panfletos sobre a campanha de angariação de electrodomésticos, telefonámos ao Sr. Pedro Cebola a combinar uma reunião e construímos este novo blog.

Campanha de angariação de Electrodomésticos


Atenção

Caros seguidores informamos que este é o nosso novo blog, e que o antigo se encontra inactivo por motivos de incompatibilidade. Para a visualização dos posts antigos agradeçemos que naveguem até ao blog antigo: photoblog.com/faceocultaesjd